PENITENCIÁRIA usa CROCHÊ como forma de OCUPAÇÃO para detentos em SP


A penitenciária Adriano Marrey, em Guarulhos (SP), tem usado o crochê como uma ocupação para os detentos. E o resultado foi parar até nas passarelas do maior evento de moda do país, a São Paulo Fashion Week. No começo, os presos estranharam, mas a habilidade deixou o preconceito para trás. O estilista Gustavo Silvestre ensina crochê aos detentos há dois anos e meio e já formou 120 alunos. Hoje, tem até fila de espera para o curso. Veja a reportagem completa no vídeo acima. Resultado foi parar até nas passarelas do maior evento de moda do país. No começo, presos estranharam, mas a habilidade venceu o preconceito. 

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Os detentos brasileiros que aprendem crochê na prisão

"Através do crochê eu creio que tenho uma chance de mudar de vida. E eu quero abraçar essa oportunidade com toda minha força", diz um detento do presídio Adriano Marrey, em Guarulhos (Grande São Paulo), onde está há quase cinco anos. Lá, os detentos têm aulas de crochê todas as quartas. As lições começaram em 2015, e cem já completaram o workshop. "Cada ponto que a gente aprende, cada agulhada que a gente dá é uma experiência melhor. E, quando a gente termina um trabalho, dá uma alegria, uma felicidade", diz ele, que aprendeu a fazer crochê há cerca de oito meses. Com a nova habilidade, os detentos já fizeram gorros, casacos e ursinhos de pelúcia de crochê e até promoveram um desfile de moda na prisão com suas criações.

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